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A Busca do Graal

Incursões etílicas que não poupam esforços para determinar a exata localização do Bar Absoluto.


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17 Dezembro

Pandoro

A decadência continua lá, a olhos vistos. Mas é a mesma decadência dos últimos dez, quinze anos, o que significa que agora ela já faz parte da família. O caju amigo continua amicíssimo, e depois de beber uns três ou quatro ele também vira parente. Os pastéis de siri nadam de braçada em relação aos concorrentes da cidade. A clientela, bem, a clientela também é a mesma, um grupo perene de sessenta ou setenta sujeitos que têm a mesma idade desde 1975 – dão a esse processo o nome de conservação em álcool. As mulheres desavisadas chegam em duplas ou trios, param na porta do bar, olham aquele mar de barrigas e cabelos ralos e dão meia-volta, assustadas. Um clássico.

Nota: 9 ou 9,5 graals, pelo conjunto da obra desde 1947.
09:38:36 - Zeno -

06 Dezembro

Relato de um sobrevivente

Os leitores que acompanharam as peripécias alcoólicas dos bares da Vila Olímpia, descritas neste blog há alguns dias, puderam perceber o traço definidor e derrisório delas: naquele lugar dos infernos, só havia amadores. O que acontece, então, quando o bebedume é arquitetado por profissionais etílicos do calibre de Álvaro P., Celso P., Milton B. e Ricardo K.? Tudo e nada, claro, porque a ingestão industrial de líquidos que durou das nove da noite às quatro da manhã fez com que as lembranças das conversas e dos lugares fossem parar em Dufftown, simpático vilarejo escocês nas cercanias de Aberdeen. [Leia mais!]
11:05:01 - Zeno -

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