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A Busca do Graal

Incursões etílicas que não poupam esforços para determinar a exata localização do Bar Absoluto.


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17 Julho

Ethos etílico

Como dizia um conhecido das antigas, "não é que eu queira me gambar": depois de duas tentativas junto à nossa nanoaudiência para tornar ainda mais conhecido o Bar Balcão (veja aqui e aqui), em São Paulo, temos agora o valoroso auxílio mainstream de Paulo Roberto Pires, o colunista batuta do site nomínimo, que escreve um texto insuspeito (ele é carioca) para elogiar o bar e o livro comemorativo dos dez anos. Apenas um reparo: o lugar do Balcão era anteriormente ocupado por outro bar, o finado e funesto Funilaria e Pintura, que foi embora sem sequer deixar uma centerfold na parede. Fica assim respondida, por uma voz mais qualificada que a nossa, a indagação ouvida na semana passada, na boca de uma infiel provocadora: "Mas será que esse bar é bom mesmo?".

(crdt do link: John Self)
22:48:02 - Zeno -

01 Julho

Bar Balcão - 10 anos

balcão

E ontem foi a festa dos dez anos do Bar Balcão, aqui em São Paulo, reunindo a fina flor dos classificados e desclassificados geniais desta cidade. Pra quem não se lembra, já mencionamos o bar antes, na seção Graal, com o croqui da azaração cultivada. Além da beleza que é ver o bar abarrotado e de trombar com um punhado de pessoas conhecidas, o Balcão presenteou seus destemidos freqüentadores com um livro comemorativo da data, trazendo textos, fotos e ilustrações com as homenagens devidas. Melhor que isso, só se você sentasse numa das mesas da parte de cima do bar para beber ao lado do detentor da garrafa de número 2, o pôlaiudo John Self, aqui do blog, acompanhado pelo mestre marceneiro autor do mítico balcão de madeira que dá nome ao lugar, o ubatubense Zeca C. Em meio a um redemoinho de observações definitivas sobre nossa época, épocas passadas e também as vindouras, uma constatação que se repete a cada encontro: se alguém ainda não pensou isso, façamos aqui o pontapé inicial da campanha pelo tombamento do John Self como patrimônio neural paulistano, com direito a acompanhamento de uma Mini-DV a tiracolo para registrar os momentos explícitos de generosidade intelectual que miseravelmente quedam esquecidos no ressaquento dia seguinte.

(o desenho acima, do camarada Milton Braga, consta do livro comemorativo)
16:41:12 - Zeno -

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