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A hora do DJ Mandacaru

Velharias musicais sempre fresquinhas.


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24 Outubro

Enquanto corria a barca

Quatro paus?!?! Eu já desconfiava que não tem gente normal nesse setor. Uns cinco anos atrás, comecei a ver o LP “Coisas”, do Moacir Santos, à venda em lojas americanas por US$ 1,200. Poucos meses depois, nem por isso, só na base do leilão. E mais: a versão mono valia mais do que a stereo. Essa situação permanece mesmo hoje, quando o disco já saiu em CD, todo remasterizado etc., etc., o que só comprova a variedade de fetichismos abrigada pela humanidade.
Outra coisa: o caminho é de Peabiru; o disco é Paêbirú, com esses acentos todos que vocês estão vendo mesmo, num foi excesso da diamba, não (ver Tesouro da Juventude eletrônico). Explicações mais detalhadas podem ser solicitadas ao Lula Côrtes ou Zé Ramalho. Ou não.
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23 Outubro

Vou apertar, mas só vou acender em 1975

A gente fez aniversário e a Folha de S. Paulo resolveu contribuir para a festinha, publicando com um ano de atraso uma pauta que a gente, vírgula, nosso DJ Mandaca, havia dado aqui no botequim, o tal disco de maconheiro que ninguém lembra mais como chama direito. No Leia Mais, o artigo do jornal, publicado na Ilustrada de ontem. [Leia mais!]
07:29:14 - Zeno - 7 comentários

20 Outubro

Elis in Tokyo

Inspirado no post abaixo e dando prosseguimento à seção Bootlegs (com meinha arrastão branca) do HZ, um show da Elis Regina, no Denen Colosseum (Tóquio), dia 25 de julho de 1979. Era a “Brazil Night” do Live Under Sky. O show foi transmitido por uma FM japa e, de lá, devidamente imortalizado para uma bolachinha prateada.
Elis está com aquele que foi seu melhor grupo: César Camargo Mariano (teclados), Helio Delmiro (guitarra), Luizão Maia (baixo), Paulo Braga (bateria) e Chico Batera (percussão).

Anotem aí o track list e vejam se vale a pena baixar: o RAR ficou com 45MB.

1 – Introdução
2 – Cai Dentro
3 – Amor Até o Fim – Mancada
4 – Samba Dobrado
5 – Na Baixa do Sapateiro
6 – Comentário
7 – Madalena
8 – Agora Tá
9 – Ponta de areia - Fé Cega, Faca Amolada - Maria, Maria
10 – Upa, Neguinho
11 – Maria, Maria (reprise)
12 – Comentário final

11 Outubro

Terra arrasada e roubada


Esse post foi inteirinho roubado, afanado, tungado, subtraído subrepticiamente - enfim, vocês entenderam - de um blog. O problema é que não me lembro de qual.

O arquivo traz o Thomas Stearns Eliot recitando, de sua própria lavra, The Wasteland (11MB), um dos mais poderosos poemas que já li, um dos mais difíceis também. Se alguém quiser acompanhar a leitura com o texto na mão, é só dar um pulo aqui. No pé, há dicas preciosas para entender algumas partes mais obscuras do poema.

Bom, o post roubado é o seguinte:
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03 Outubro

Mary Poppins não morreu

Diante do momentoso momento político que atravessamos, não poderia o Tio DJ Mandacaru se furtar (mesmo porque, se for esse o caso, prefiro furtar a outrem) a colaborar com o aperfeiçoamento democrático da (sei do cacófato) nação. E essa colaboração, como não poderia deixar de sê-lo, apesar de não recebido um tusta da valorosa Empresa Brasileira de Correios (e, de saudosa memória, Telégrafos), é de caráter eminentemente musical.

Trazemos agora, para a edificação da juventude estudiosa do nosso Brasil, um apanhado de alguns dos melhores momentos da verve criativo-musical do nosso querido povo, dessa vez a serviço dos mais altos valores político-partidários que engrandecem a nossa Pátria.

São poucas obras, apresentadas ao mundo em algumas encruzilhadas específicas: as campanhas de João Goulart à vice-presidência do País, do Brigadeiro Eduardo Gomes (“Vote no Brigadeiro/É bonito e é solteiro”) e do impoluto Adhemar “Casa da Eni” de Barros, além de uma lenha no plebiscito do parlamentarismo.

As letras são auto-explicativas, mas sempre haverá de haver alguma avozinha disposta a esclarecer algumas passagens mais obscuras.

As canções são tão ricas que cada candidato que sobrou pro segundo turno pode vestir a carapuça que bem lhe aprouver.

Tá tudo aqui, e, como dizia o Robespierre, é bom suá.

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