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Tectum Intuentes

Ociosidade produtiva - textos reflexivos, anotações íntimas, sacanagens e demais ressentimentos.


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21 Janeiro

Tá bom, prometo que termina aqui

21:39:53 - Pinto - 4 comentários

Só mais essa aqui e pronto!

Eu sou neguinha?
18:36:31 - Pinto - Comentar

17 Janeiro

Dez sem sair de cima

Acontece que um site chamado Impedimento teve uma idéia excelente: convidar torcedores fanáticos e ilustrados para descrever as dez derrotas mais humilhantes dos seus próprios times.

Acontece que eles tiveram outra idéia excelente e convidaram o impoluto Franciel para descrever as dez maiores humilhações sofridas pelo seu Vitória (viva o Vágner Mancini!).

Acontece, meus amigos, que o céu se abriu e resultou que nem o Vitória, nem o Franciel, nem a internet brasileira e cuíca nem o futebol mundial serão os mesmos depois de belezura de texto que vocês podem ler também aqui.

P.S.: Ah, sim: que saudades do Cícero Ramalho, que não conheci mas que desde já peguei amor.
22:12:36 - Zeno - 9 comentários

14 Janeiro

Porque hoje é quarta-feira

Porque hoje é quarta-feira, e o dia está escandalosamente ensolarado, e me encontro provisoriamente de volta a SP e ao blog antes de mais um punhado de merecidas férias, deixo a vocês a descrição batuta do Joseph Conrad para um outro dia de janeiro, em latitude diferente:

"Saí para encontrá-lo num daqueles dias de janeiro, em Londres, um daqueles dias de inverno, compostos dos quatro elementos demoníacos: frio, umidade, lama, sujeira, combinados com uma particular viscosidade da atmosfera, que adere como uma peça de roupa suja em nossa própria alma."

(P.S. indignado: Do final de dezembro até ontem, o saldo de treze filmes vistos e cinco livros lidos deixa a inevitável pergunta: por que não inventam esse negócio de férias mais amiúde?)
11:24:46 - Zeno - 8 comentários

01 Janeiro

Nota de falecimento

Foi pouco antes do Natal. Tinha quase 20 anos de idade e pouco mais de 1 mil unidades. O primeiro, salvo engano, foi o Diesel And Dust, do Midnight Oil, e o derradeiro um duplo do Yo Yo Ma tocando Bach —prova de que é possível evoluir com o passar do tempo. Mas acabou. A inteira coleção de CDs que tanto me ocupou e rendeu momentos de prazer abandonou as prateleiras, perdeu aquelas caixinhas de acrílico (uma das invenções mais infames da história da humanidade) e agora se resume a meros encartes e discos empilhados em ordem alfabética em algumas caixas de sapatos, para sempre lacradas no maleiro. Alguma exumação haverá caso iTunes insista em sumir com um ou outro título como vem fazendo, mas há sempre o SoulSeek e o LimeWire para poupar o estorvo.

Fica a esperança de no futuro podermos fazer isso não com uma cedeteca, ou mesmo biblioteca, mas com nossos cérebros, que por acaso também acaba de envelhecer. Quem sabe mais adiante possamos descarregá-los num servidor qualquer quando os hardwares começarem a ficar irremediavelmente obsoletos.

E assim segue a vida.

Feliz 2009.
14:47:56 - Pinto - 4 comentários

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