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31 Maio

aé, é, então 3a. à tarde no campinho

como o buteco não foge à luta, segue sequencia do camisa 10 da gávea, pro tirateima, vamvê agora quem é quem, na mesma dos passe do cara:



e como c/ futibol, já há mts. anos, abandonei qqer resquício de caráter, sim, o zico passava pau-a-pau, e fazia gol mais bonito, mas o futiba de ontem era mais propício, em defeza do moderno messi, que tem que ser mt. prático por precisão, neoliberal dos dirigente.
pobrecito, imagino o qto ele se divertiria naqueles times até os 90's.
e, convenhamos, um time que troca bola q'nem o barça hoje, é foda, p/ dizer o mínimo.
e o baixinho ajudou muitíssimo, pq. espanhol nunca que jogava assim não.
só vi perto disso nos tempos do mestre cruiff.
e o famouso realmaddrí nem chegou perto disso, mesmo cum zidane regendo.

Atenção, mulheres!

Leio no boletim semanal Filme B, que comenta os eventos do mercado cinematográfico, o lançamento em breve de Tinker Tailor Soldier Spy, versão para a tela grande do romance de John Le Carré de 1974, que saiu no Brasil com o título O Espião Que Sabia Demais e que virou minissérie da BBC em 1979, com o Alec Guiness no papel do meu, do seu, do nosso George Smiley. Desta vez, chamaram ninguém menos que o Gary Oldman para o papel, dividindo a rapadura com Colin Firth, Mark Strong (o vilão do recente Sherlock Holmes) e outros menos votados. Consultado ontem à tarde sobre a escolha do Gary para o seu próprio papel, o nosso George sentenciou, entre um gole e outro de café escocês: "Podia ter sido pior. Podiam ter chamado aquele pedreiro gay que fez o James Bond".
11:00:26 - Zeno - 4 comentários

futebol-arte

co-movido pelos parcero, mando umas do mess(tr)i:

prestenção no cara passando a bola: esquece a cornucópia de gol perdido pelos cumpanhero, olha só ele olhando o jogo, olha o qto a-gente ainda vai ser feliz vendo esse carinha.
olha, enfim, um mestre levando o futebol ao plano duma arte:



messi, pro meu pt. de vista, já está indo mais além do maradona, na escala da argentina, e vai 'engolir' os ronaldos, pq. ele passa c/ a visão/precisão de jogo do gérson, na velocidade de tabela do pelé, e c/ o oportunismo e doação do tostão.

30 Maio

Quem avisa amigo é

Prá quem não foi no Engenhão e não quer ficar na saudade.
22:06:52 - DJ Mandacaru - Comentar

Enquanto corria a barca




Ameaçados de perder algum dos nossos parcos leitores, fui obrigado, pelo nosso editor, a esclarecer um dos comentários do nosso correspondente no interior de São Paulo.
Don't Bogart Me quebrou a banca quando foi incluída na trilha de Easy Rider, um dos ícones do cinema do finalzinho da década de 60, Woodstock e aquelas coisas. Aliás, a trilha é uma das mais bacanas que conheço, feita só com sucessos da época, o que incluía Jimi Hendrix, Steppenwolf et caterva. A música em tela era do The Fraternity of Man, um grupo que não chegou a ficar muito conhecido por aqui, não. Alíás, nem lá.
Gravaram apenas dois discos, um em 68, de onde saiu "Bogart", e outro no ano seguinte.
O Bogart do verso inicial é esse mesmo que vocês estão pensando, o Humphrey. Quer dizer mais ou menos o seguinte: "Não empata a barca, colega".

Side A-03-Don't Bogart Me by DJ Mandacaru

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Agora vai

Festa de gala no lançamento da pedra inaugural do estádio do Corinthians. Clique aqui e comemore também. As fotos são incríveis.
16:41:44 - Zeno - 1 comentário

Três vivas ao coronel

Macho and gay

( fonte : diário do nordeste, edição de hoje | crdt : denise mestafa)
12:34:32 - Pinto - 10 comentários

X-Caboclinho

Há tempos queria postar esta, em homenagem ao nosso George Smiley, fã das caipirices deste Brasilzão. Matéria no caderno Paladar, de umas semanas atrás, escrita por Janaína Fidalgo: "Perambulando por Manaus, vi dois homens descascando bolotas verdolengas até arrancarem uma polpa bem fina e de um laranja tão alaranjado de fazer inveja à escala de cores Pantone. Intrigada, segui. Ao cruzar a quarta barraca e ver a mesma cena, dei fim à ignorância. Era tucumã. Provei a carne fibrosa e me encantei com o sabor (sabe a castanha, não a fruta). Descascam e vendem às lanchonetes - oleaginoso, tinge a pele feito urucum. Com pão e queijo coalho, vira uma delícia local, o x-caboclinho."

Não é sensacional?
12:27:03 - Zeno - Comentar

Barcelona e Manchester United em 3D

Vamos pular a parte do texto em que se defende o futebol nacional, em que se conta mais uma mentira sobre aquele jogo na Rua Javari, na década de 70, em que se discute a empolgação do XV de Novembro de Piracicaba naquela decisão contra o Palmeiras, com golaço do Jorge Mendonça. Vamos pular também considerações sobre essa esquisitice de molecada dos dias de hoje, que conhece a escalação + banco de reservas do Arsenal, do Sevilla, do – valha-me – Schalke 04. O que interessa: levei as três gerações, filho de 9 anos, pai de 47 e avô de 76, para conferir no sábado o tal futebol em 3D, Cinemark do Shopping Eldorado, primeira transmissão ao vivo de uma partida de futebol com aqueles óculos desajeitados, final da Copa dos Campeões da UEFA. Meus amigos, foi do grand caray. Primeiro, por conta de ver um jogo numa tela daquele tamanho. Segundo, porque o efeito do 3D, embora funcione marromenos quando a câmera abre, é sensacional nas tomadas em detalhe. Quarto, porque vende cerveja (!) dentro da sala de cinema, acho que por conta do patrocínio da Heineken (o que suscitou gritos de entusiasmo da platéia quando a informação foi anunciada, além de pedidos mais heterodoxos: “Vinho!”, “Uísque!”, “Garotas Semi-Nuas!”). Quinto, porque gerou piadas diferentes das de campo, “Pô, o Kleber do Palmeiras é melhor que esse Rooney aí!”, “Esse estádio de Wembley não lembra o Parque São Jorge?!”, e a melhor delas, “Chupa, Unicef!!”, quando saiu o gol do Manchester. Sexto, e mais não precisou, porque foi um jogaço, um espetáculo de um time iluminado como poucas vezes vi. Sétimo, vai, de lambuja, porque a cara do meu filho, consciente de estar bancando o pioneiro num troço tecnológico que ainda vai render muito pixel, essa, meus camaradas, não tem preço.
11:01:21 - Zeno - 4 comentários

29 Maio

In cerca de Italia

O disco aí abaixo apareceu porque a DJ Mandacara (DJéia Mandacaru?) ouviu um negócio sensacional na Rádio Cultura ontem à noite. Recém lançado na Europa, o disco Mistico Mediterraneo junta o trompetista Paolo Fresu, o bandoneonista Danieli di Buonaventura mais um conjunto vocal da Córsega, a Filetta Corsican Voices. Coloquem o nome do disco no Gaagle que vocês saberão do que se trata. Acha até em FLAC.
Foi ouvir o tal do disco e nos lembrarmos de um bem mais antigo, In Cerca Di Cibo ("em busca de comida" para os menos versados no idioma do sogrão do Pato), lançado em 2000. Só o Gianluisi Trovesi nas clarinetas e o Gianni Coscia na sanfona, uma combinação que o nosso editor particularmente a-do-ra. Tá tudo explicadinho no texto que acompanha o disco, de autoria de outro carcamano, o Umberto Eco.

Trovesi, Gianluigi & Gianni Coscia - In cerca di cibo - 01 In cerca di cibo by DJ Mandacaru

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16:24:00 - DJ Mandacaru - Comentar

pingado

eu me lembro do tempo das casas de café do interior que serviam o cafézinho de bule, saindo a toda hora o dia inteiro, no balcão, tomado de pé no meio d'alguma conversa vinda da praça.
os balconistas sempre simpáticos serviam um monte de gente no maior pau, c/ uns bulinhos de aço inox, um de leite e um de café em cada mão, começando pertinho da xícara e subindo, subindo até a altura da cabeça, c/o jatinho certinho na xícara.
vai um pingado ou uma média, meu sinhô?
e lá ia um(a) pingado(a) de leite no café, ou vice-versa do café no leite, ou a média, c/os 2 bulinho ao mesmo tempo, na mesma quantidade, na mesma altura e precisão.
isso e um pãozin-de-quejo alegrava qqer ressaca.
um prodígio aqueles garotos e depois garotas também.

28 Maio

Bons tempos aqueles



(crdt : popolônio)
05:49:11 - Pinto - Comentar

27 Maio

Piano na madrugada

Esse aqui foi desencavado pela garota que baila comigo há 35 anos, às quatro da matina de quarta-feira passada, estávamos acordando e não indo dormir, só mais uma das vicissitudes da idade, não a pior delas.
Adrian Iaies é um dos grandes pianistas argentinos na ativa. Toca jazz, mas não se limita ao cercadinho. Arrasa no tango, mas não se prende ao jeitón tradicional. Pode tocar Malena, mas Caravan é perfeitamente audível por trás.
Tá tudo aqui nesse disco de 1998.

03 Pista 3 by DJ Mandacaru

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26 Maio

Dica culinária

23:07:21 - Pinto - 5 comentários

24 Maio

a la lama: cafeína tb. tem suas merda

conforme relato fidedigno de um boteco emque/onque um dia, inspirados, a gente chega lá:

e a editora é beeeem + interessante

tem mais coisa que vive no café além de jornalista/intelectual orgânico/editores etcs. do tipo

Um guia para a sinhá moderna

Isto estava no UOL, onde mais, mas já foi para o saco. O cache da página está aqui. O conteúdo fica transcrito abaixo, que o que é de gosto regala a vida:

Empregada doméstica - Aparência - Parte VI

Por Bebel Ferreira
Simpatia, simplicidade, são fatores determinantes.

Empregada doméstica - Aparência - Parte VI
Se a aparência for boa demais.

Cuidado!

Vai querer ser a patroa.
O quesito "Aparência" é importante, mas não determinante.

Isto é, como diz a sabedoria popular:

"As aparências enganam".

Empregada doméstica - Aparência - Parte VI
Mais importante do que a aparência é a simpatia, o bom humor, a vivacidade.

O principal é que você simpatize com a candidata, pois irão conviver da manhã à noite.

Uma moça que você vê que é educada, limpinha, está vestida modestamente, mas com decência. Com certeza um primeiro passo está dado.

Se os outros quesitos necessários para a contratação forem preenchidos, logo você fará com que ela fique fina e com boa aparência.

Não tenha medo de corrigi-la com carinho.

Se ela falar uma palavra errada, se ela tiver uma postura menos educada, se ela falar gíria, ou a "Dona" ligou, corrija-a no ato. Este é o reforço mais eficiente que existe, o reforço imediato. Aos poucos ela se tornará uma pessoa fina, educada e com ótima aparência.

Lembre-se: "Ninguém nasce sabendo".

Ensine-a.

Se a moça aparece para uma entrevista de emprego, mal arrumada, não muito limpa, desleixada, fica difícil contratá-la.
E se ela estiver vestida inadequadamente, com uma roupa de festa?

Posso contratar?
Também, se ela está vestida como para ir a uma festa-baile, ou com roupas de marca, ou com roupa "vira bolsinha", não dá, ela está mostrando sua personalidade.

Você também precisa simpatizar com ela. Lembre-se de que vai vê-la de manhã à noite.

Empregada doméstica - Aparência - Parte VI
Quando ela estiver de uniforme, sua aparência será outra. Eu prefiro uma pessoa mais humilde, que tenha chegado há pouco tempo à cidade grande, pois esta ainda não a estragou.


Mais sobre Nhá Bebel, aqui.
17:16:35 - Pinto - 5 comentários

vam batê um taquinho por aí?

é mt. mais simples do q'ocê pensa:



é demais esses videozinho de aula de americano.
(crdt. ymfy)
13:16:48 - George Smiley - Comentar

20 Maio

Cabe gostar?



Na dúvida, sempre recorremos a Mme. Satan. Eu ainda não me decidi quanto à música, mas o clipe vai para o trono imediatamente.
15:51:23 - Pinto - 7 comentários

Pra não dizer que não falei dele



Atendendo a insistentes apelos do conselho editorial deste botequim, estava pronto a dar –lá ele– meus dois tostões de prosa sobre o Palocci, mas descobri que alguém já tinha feito mais e melhor, então publico o liame em vez disso. Mas aí me dou conta que a autora é parente e está homiziada no Blog do Nassif, que, como sabemos, é criatura venal e deletéria e não critica o governo federal de quem é apaniguado. Bom seria se fosse o, perdão leitores, Reinaldo Azevedo. Então como fica? Pode isso, Arnaldo?

(CNN News Update: por realismo, aproveitei para ilustrar o post com a capa desta edição desse hebdomadário petista sem-vergonha.)
11:06:30 - Pinto - 4 comentários

19 Maio

Desafio

O mundo é uma bola

Quero ver alguém bolar uma capa melhor que essa. Pra qualquer coisa. O Grande Ditador, em edição blu-ray da minha, sua, nossa Criterion.
18:12:15 - Zeno - 3 comentários

Etilírica à moda do Zeitgeist

bar sharia

ele coberto de preconceitos

ela coberta dos pés à cabeça
14:56:48 - Pinto - 2 comentários

60 anos do Joey



Tem mais aqui na Trip.
11:55:40 - Sorel - 1 comentário

16 Maio

Por uma vida melhor

Na obra "Por uma vida melhor", da coleção "Viver, aprender", a autora afirma num trecho: "Posso falar ‘os livro?’ Claro que pode, mas, dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico." Em outro, cita como válidas as frases: "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe".

crdt: Fernando Haddad, MEC


Autor da matéria: Cássio Bruno, O Globo, mas eu li no Noblat.
15:27:29 - Sorel - 33 comentários

13 Maio

Park Avenue é aqui



Povo que gosta de conjuntos vocais de jazz não costuma ir com a cara do The Manhattan Transfer. Eu gosto. Especialmente nesse disco de 1985, Vocalese, onde Cheryl Bentyne, Tim Hauser, Alan Paul e Janis Siegel prestam suserania e vassalagem ao grande, enorme Jon Hendricks, um cabra que, inconformado em apenas cantar pra cacete, inventou de botar letras naquelas melodias de bebop, mais tortuosas do que decisão do Metrô de Sampa. Vejam na página de trás o repertório e músicos que acompanharam -- só gente da pesada. Vai sem provinha, que o Nuvem de Som tá cada vez mais fresquinho.

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16:02:40 - DJ Mandacaru - Comentar

12 Maio

falando em comunistas...

@ONiemeyer

Amo a vida e a vida me ama. Somos um casalzinho insuportável.

Fui casado por 76 anos e passei dos 100 de idade. Em outras palavras: NADA PODE ME DESTRUIR!

e por aí vai

#ficadica

18:55:27 - Pinto - Comentar

Rolling in the deep



O nome dela é Adele, é britânica e a mais nova queridinha de vendas depois que a Amy foi pra Jamaica e voltou melhor.
11:28:22 - Lama - 1 comentário

Próxima parada

Diante de tanta opiniática, era natural esperar uma argumentação pobre de parte a parte sobre o metrô em Higienópolis: o rechaço de expressiva parcela dos moradores, ignorantes, por discriminação contra os "diferenciados" que poluiriam o aprazível bairro; de outros, ainda mais ignorantes, um suposto complô judaico contra o transporte público, fora outros absurdos derivados, num intercâmbio sem fim de preconceitos.

Mas impressiona ler a opinião de gente com suposto maior nível de intelecção, que se trai no paternalismo rasteiro e expressa uma histeria que diz denunciar, sem compreender a essência do metrô: um meio de transporte público teoricamente capaz de levar qualquer pessoa de qualquer origem a qualquer destino, isso preferencialmente a qualquer hora.

Assim sendo, não cabe na discussão argumentar deveríamos –o governo, responsável pela política pública deste transporte, bem entendido– primeiro olhar para os excluídos de regiões mais carentes de infraestrutura para depois levar a estação às regiões mais ricas. Soa igual à parábola do bolo que deve crescer antes de ser dividido.

É ingenuidade, ou má-fé, ignorar que a estação em Higienópolis atenderia exatamente a esses excluídos, sobretudo os que trabalham nas residências e comércio do bairro –uma vez os que seus moradores não se utilizam de transporte público (pelo menos aqui no Brasil), como deixou claro a associação responsável pelo abaixoassinado contra a estação. De mais a mais, se nada foi feito para expandir o metrô para áreas mais carentes, é outro fator sintomático da reação contrária que se vê.

Tampouco é honesto pretender que somente o bairro legisle sobre os destinos de um meio de transporte que interliga cidade, ou pelo menos deveria: Higienópolis não é uma ilha. Ou então institua-se um Higienopolistão de fronteiras vigiadas e tudo o mais.

Discute-se a transferência da estação para o Pacaembu, argumentando que haverá outra perto dali. Falso. O correto era haver ambas, como inicialmente previsto. A transferência vai apenas tornar o transporte mais difícil, e nada garante que os moradores do Pacaembu tomem iniciativa semelhante e a estação seja sucessivamente transferida até chegar a lugar nenhum. Precedente já houve, quando o governo cedeu à pressão de moradores do Morumbi, ou mesmo de dirigentes da USP, e mexeu no projeto da linha 4, simplesmente eliminando estações ou as transferindo para quilômetros do que fora projetado.

Sim, uma moradora foi infeliz no comentário numa reportagem ao referendar a posição da associação manifestando repulsa aos "diferenciados". Se a opinião não expressa o coletivo, não pode ser nem tomada como exemplo e nem ignorada no contexto. Higienópolis é um lugar tão bacana, urbanisticamente falando, que muita gente, eu incluso, gostariam de morar ali. Mas ao ler argumentos indigentes, dando conta do impacto do fim de um supermercado sem considerar os benefícios da melhora da mobilidade urbana e a facilidade (em relação a uma estação de trem) com que aquele comércio seria reposto noutro ponto adjacente, vê-se que aquela freguesia pode ser mais insalubre do que se imagina. Como costumamos dizer por aqui, vai ver é a água.

Aos estômagos mais sensíveis peço perdão por insistir no tema: me manifesto porque, ao contrário de muitos que escreveram sobre o assunto, sou de fato usuário e entusiasta do metrô de São Paulo –que, como disse aqui antes, fica cada vez mais inviável à medida que se expande–, e tudo o que toca o assunto me diz respeito e me atinge diretamente.

Dois artigos inteligentes sobre o tema, para contrabalançar: aqui e aqui.
10:16:25 - Pinto - 1 comentário

Perfil de uma brasileira

Tarja preta
A jovem A▆▆▆▆▆▆ R▆▆▆▆▆ mora em Itajaí, interior de Santa Catarina, é nativa do signo de Capricórnio e deseja ser geriatra quando crescer. Estuda no colégio Fayal e, religiosa, frequenta a Paróquia de S. Domingos. Pena que ela não aprecie usar metrô.
06:27:28 - Pinto - 17 comentários

11 Maio

Continue pensando assim, São Paulo

Transcrito da Folha de hoje, grifo meu:

Após protestos, governo desiste de metrô na Angélica

Estado tira estação da principal via de Higienópolis, bairro da elite paulistana, e cria uma no entorno do Pacaembu

Em Higienópolis, moradores dizem que "prevaleceu o bom-senso'; Associação Viva Pacaembu reclama

JOSÉ BENEDITO DA SILVA
DE SÃO PAULO

Após pressão de moradores, empresários e comerciantes de Higienópolis, bairro de alto padrão no centro da capital, o governo de São Paulo desistiu de uma estação do metrô na avenida Angélica, a principal do bairro.
A estação integraria a linha 6-laranja, que vai da Brasilândia (zona norte) ao centro, passando por bairros como Perdizes, Pompeia e Santa Cecília e universidades como Mackenzie, PUC e Faap.
Com isso, o governo reativou o projeto de uma estação na praça Charles Müller, no estádio do Pacaembu.
A proposta de instalar a estação Angélica surgiu em junho de 2010, sob o argumento de que uma pesquisa mostrava que havia demanda de passageiros no local. Já a nova configuração foi apresentada pelo Metrô em audiência pública na semana passada.
A mudança veio após protestos da Associação Defenda Higienópolis, que reuniu 3.500 assinaturas contra o plano, com campanhas na rua e no Twitter.
Os moradores alegavam que a nova estação ampliaria o fluxo de pessoas no local, com o consequente "aumento de ocorrências indesejáveis", além da transformação da área em "camelódromo".
A entidade também apontava que a região já tinha estações suficientes. "Prevaleceu o bom-senso", afirma o presidente da associação, o empresário Pedro Ivanow.
A Angélica, alega Ivanow, ficaria a três quadras da estação Mackenzie e a quase 2 km da PUC-Cardoso de Almeida.
Segundo ele, em reunião na última semana de abril, o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, concordou com o argumento. "Ele me disse que era totalmente favorável à exclusão da Angélica", diz.

PACAEMBU
A reviravolta irritou a Associação Viva Pacaembu. "Se o governo desistiu por pressão, sem considerar a análise prévia de demanda, acho pernicioso", diz a presidente, Iênidis Benfati.
Para ela, o principal problema da estação Pacaembu será em dias de jogos. Hoje, diz, as torcidas são pulverizadas pelas estações Sumaré, Clínicas, Marechal Deodoro e Barra Funda. "Até a PM não recomenda centralizar a torcida em uma estação."
Não foi a primeira vez que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) desistiu de uma estação após protesto. Em 2005, ele abandonou a ideia de construir a estação Três Poderes, da linha 4-amarela, na região do Morumbi, depois de pressão de moradores.
10:14:08 - Pinto - 11 comentários

06 Maio

Não se perca pelo nome



Select era uma revista do Pão de Açúcar em priscas eras, se me lembro bem. Mas a Select aí de cima não tem nada a ver com isso e vai ser lançada dia 12 de maio, 19h, no Pavilhão da Bienal no Ibirapuera, e tem a colaboração luxuosa de Renata Gomes, amiga aqui da casa, que é tudo e mais um pouco. Vai valer cada letra.
12:01:33 - Pinto - Comentar

04 Maio

És a rainha do lar




Dos três grandes arranjadores de Frank Sinatra, é dele que gosto mais. Pode botar na conta do cabra também os melhores arranjos para Nat King Cole e Ella Fitzgerald. O fato é que Nelson Riddle era um craque.
O HZ, que não deixa por menos quando se trata de servir aos nossos leitores, foi buscar o megaarranjador para alegrar o Dia das Mães da nano.
O disco ofertado foi gravado em 1959, muito antes da invenção do karaokê. Mas o espírito é o mesmo. Bota o bicho pra rodar e - voilá - a orquestra do Riddle vai entrar, bonitinha, te acompanhando enquanto você canta uma dúzia de clássicos do Great American Songbook. Tua mãe vai estourar de orgulho. [Leia mais!]

Sem chão



Achei que já tinha rolado por aqui esse vídeo, mas procurei e ou buscador do Zeno muito me engana ou minha memória é que é falha. (De toda forma anotei na agenda: "Providências par ao fim da semana – demitir o elemento de extração nipo-japonesa responsável pelo search engine do blogue".) Enfim, digressiono. Voltando: não sei se gosto mais das fotos ou da trilha do Michael Nyman. Mas acho que casam muito bem as duas.
10:59:13 - Pinto - Comentar

03 Maio

Quase, quase



Jackie Wilson não chegou a ser um expoente da soul music como James Brown, Otis Redding ou Wilson Pickett. Mas bem que poderia.
Em 1968, no pico da fama, sua gravadora bancou um dos discos mais bacanas nessa área que já ouvi: um apanhado de clássicos aparado por uma das maiores orquestras que já subiram em um palco norteamericano: nada menos do que a Count Basie Orchestra.
Foi a última vez que disco seu frequentou a parada de sucessos. O que ficou mesmo foi o corte de cabelo, até hoje o predileto do Jorjão.
Escutem os dois canhonaços "In The Midnight Hour" e, surpresa, "Ode to Billy Joe", que vocês ouviram na semana passada com a dona da música. Se gostarem, já sabem onde achar o resto.

03 In The Midnight Hour by DJ Mandacaru

04 Ode To Billy Joe by DJ Mandacaru [Leia mais!]
16:12:30 - DJ Mandacaru - Comentar

02 Maio

Lavandeira a domicílio

Deu no Estadão de hoje: "O Ministério Público de São Paulo ganhou um importante aliado no combate à corrupção e improbidade administrativa: o Sistema de Investigação de Movimentações Bancárias (Simba), sofisticado instrumento para rastreamento de contas e aplicações financeiras de acusados por fraudes a licitações e desvios de recursos do Tesouro."

Deu no Zeno: Aguarda-se, nos próximos dias, outra iniciativa importante, o lançamento do Sistema de Acobertamento de Movimentações Bancárias (Samba). O nome de Delúbio Soares surge como favorito para liderar o programa.
08:17:50 - Zeno - 2 comentários

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