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20 Novembro

meiaoito e doismileonze, música de raiz

olás, moçada da nano
p/ vcs. verem como os nossos tão queridos '60's, seja pela borracha seja por todos aqueles molotovs, ainda nos comove, e a todos e cada vez mais:
o pau começa a quebrar até em tokio, quem diria, c/ todos aqueles modernos gadgets e exemplar consumo 'de ponta':

http://truthfrequencynews.com/?p=21034

taí:
o pobrema, mundial, e que tão vendo finalmente, inté ali no jp, é que depois de uns 2 milhão de ano da humanidade se fabricando por conta própria, o fato é que sistema nenhum de pensamento, mesmo 'legendado' por 10/15 mil ano de 'construção da civilização', dá conta do equilíbrio necessário prá todo mundo viver em paz.
ainda estamos no começo e ainda precisa de todo mundo: não dá p/ jogar fora ninguém.
e, inda menos ainda, não dá p/ ninguém pular fora, como bem apresentava tia arendt, tão esquecidinha nos últimos 30/35 anos, tadinha.

15 Novembro

O Caçador de Trolls (Trolljegeren, 2010)

Depois do terror uruguaio, este blogue traz a nova coqueluche da sétima arte: o filme de ação (?) norueguês. No caso, este. É uma cruza de Bruxa de Blair com Twister: em vez de fumar maconha ou invadir Feitoria, digo Reitoria, grupo de três universitários –o câmera aparentemente tem Parkinson– faz um documentário sobre uma matança de ursos e topa com um tipo estranho, à Indiana Jones, que mora num trailer. Descobrem: 1) que ele é um caçador de trolls; 2) que trolls existem; 3) que, como tudo o mais por ali, é um serviço provido pelo Estado da Noruega, para o bem-estar dos seus cidadãos. É o tipo do filme trash que o Zeno, nosso Rubens Ewald Filho, acha o máximo, mas eu mesmo assisti com ressalvas. Num cine torrent perto de casa, claro.
22:52:49 - Pinto - 1 comentário

12 Novembro

momento algaseltzer

viiilmaaaa

no instantâneo podemos observar mestre lama arrependendo-se amargamente por aqueles 6 shochus antes da feijoada.

Silêncio eloquente

Grandes lábios!

Ninguém aqui vai se pronunciar sobre as qualidades artísticas dos grandes lábios de Lana Del Rey e todo o zum-zum-zum da sua fabricação como cantora? Esse blogue já foi mais atento.
15:14:46 - Pinto - 4 comentários

11 Novembro

"Em novembro do ano que inicia"

Leio tuitadas, facebucadas e blogadas sobre o dia de hoje, 11 do 11 de 11. Parece ser importante. Pena eu ter esquecido o que aconteceu de significativo no dia 10/10/10. E no dia 09/09/09. E no dia 08 etc.
11:51:53 - Zeno - 2 comentários

10 Novembro

Atendendo a pedidos



Jorjão me escreveu, preocupado com o baixo astral dos discos que tenho postado. Ainda mais com o noticiário político-univeristário-policial, sugeriu "algo mais levinho, sabe?"
O.k., vamo de Betty Bennett, que largou Hamburg (Iowa, môs fios, não o porto predileto do Zeno) aos 20 anos e se mandou para Nova York especificamente para ser cantora de big band, num remoto 1941. Não dá pra dizer que não deu certo: cantou com as orquestras de Claude Thornhill, Alvino Rey, Charlie Barnet, Woody Herman, Benny Goodman e Stan Kenton.
Meados da década de 50, casou com o Andre Previn, que, além dos deveres maritais, fez os arranjos do infrapostado "Nobody Else But Me", com a ajuda do Shorty Rogers. Vejam aí se melhora o astral.

[Leia mais!]

05 Novembro

ossos do ofício

isso ainda me mata

às vezes a vida é real
nos meus tempos não era assim não.
infelizmente.
muito duro isso.
20:35:15 - George Smiley - Comentar

03 Novembro

nós matamos o tempo e o tempo nos mata:

cabei de ouvir sobre os moleques da querida fefeleche:
e eles têm razões.
os véio, pra variar, estão errados.
e cuma mão pesada e estúpida, pra variar.

01 Novembro

O jazz que veio do frio



Quem entende mesmo do assunto aqui na redação é o Pinto, espécie de cônsul honorário da Dinamarca na Vila Madalena. Eu só sei que, no começo da década de 60, monte de músicos de jazz mudou prá lá, entre eles Dexter Gordon, Ben Webster, Warne Marsh, Lee Konitz e Stan Getz. E foi nesse clima que cresceu a Radka Toneff. Seu disco Fairytales, de 1982, só voz e piano (Steve Dobrogosz), é uma das coisas mais bonitas que já ouvi vinda daquelas bandas. Não se sabe por que, no mesmo ano a Radka resolveu encerrar a brincadeira com suas próprias mãos. Ao todo, deixou três discos mais dois póstumos. Ouçam aí o último e, se a coisa agradar, ponho os outros. [Leia mais!]

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