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A hora do DJ Mandacaru

Velharias musicais sempre fresquinhas.


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10 Novembro

Atendendo a pedidos



Jorjão me escreveu, preocupado com o baixo astral dos discos que tenho postado. Ainda mais com o noticiário político-univeristário-policial, sugeriu "algo mais levinho, sabe?"
O.k., vamo de Betty Bennett, que largou Hamburg (Iowa, môs fios, não o porto predileto do Zeno) aos 20 anos e se mandou para Nova York especificamente para ser cantora de big band, num remoto 1941. Não dá pra dizer que não deu certo: cantou com as orquestras de Claude Thornhill, Alvino Rey, Charlie Barnet, Woody Herman, Benny Goodman e Stan Kenton.
Meados da década de 50, casou com o Andre Previn, que, além dos deveres maritais, fez os arranjos do infrapostado "Nobody Else But Me", com a ajuda do Shorty Rogers. Vejam aí se melhora o astral.

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01 Novembro

O jazz que veio do frio



Quem entende mesmo do assunto aqui na redação é o Pinto, espécie de cônsul honorário da Dinamarca na Vila Madalena. Eu só sei que, no começo da década de 60, monte de músicos de jazz mudou prá lá, entre eles Dexter Gordon, Ben Webster, Warne Marsh, Lee Konitz e Stan Getz. E foi nesse clima que cresceu a Radka Toneff. Seu disco Fairytales, de 1982, só voz e piano (Steve Dobrogosz), é uma das coisas mais bonitas que já ouvi vinda daquelas bandas. Não se sabe por que, no mesmo ano a Radka resolveu encerrar a brincadeira com suas próprias mãos. Ao todo, deixou três discos mais dois póstumos. Ouçam aí o último e, se a coisa agradar, ponho os outros. [Leia mais!]

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