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26 Fevereiro

arrá

finalmente
de volta enfim - todos, zumbis, voltamos -
estou conseguindo, pinto, postar algo.
arrá.
mesmo assim, só depois do nosso very occupyed amigo, aquele da manu-tensão, me recomendar entrar (olha que lordose, pinto) pelo pograma espeão preferido de 9 entre 8 experts do tema, o cromo do gúgol.

e, co-movido pelas perdas recentes nas óstias e conservas do nosso heróicobrado comércio-vanguarda fiscal, e aspirado pelo nosso grande crack, richard peixeira, iscrusive um dos mayor teórico do post-liberalizm cozmo-pátrio, indago e oferto:

pq. catzo aquela turma de expertos do firefox tornou minha humilde vida semi-impossível na rede?
aqueles quem responderem (saca o capricho, pinto), merecerão: [Leia mais!]
02:24:17 - George Smiley - Comentar

13 Fevereiro

Separação (2011)

O boêmio volta novamente a este sítio e quebra um jejum de semanas, cuíca meses, para admoestar o nosso cinófilo, digo, cinéfilo maior, Zeno Cosini, mantenedor benemérito deste espaço, com as seguintes afirmações:

- o iraniano Separação é o melhor filme realizado em décadas porque exuberante naquilo que carece a Hollywood: roteiro. Não fosse isso não estariam a fazer remakes e adaptações de quadrinhos — por sinal, quanto mais recente mais degenerada;

- uma devogada amêga minha — vocês não conhecem, não — amou o filme de paixão e saiu-se com o comentário: "Tão bom que nem parece iraniano: não tem criança com remela correndo atrás de balão durante meia hora perdida";

- minha senhoura viu ecos de Rashômon com as muitas verdades de cada personagem se sobrepondo. Pode ser, mas pode muito bem ser corporativismo nipônico;

- é uma aula de como fazer um bom filme com orçamento restrito: os planos são quase todos fechados em cenários idem, há poucas externas e o filme não é claustrofóbico apesar disso;

- é uma aula de como dirigir atores sem afetação ao ponto de parecer um documentário. O protagonista, aliás, é modos ver o nosso ministro Antônio Patriota, o do Exterior. Periga dar autógrafos na próxima viagem a Teerã.

- faux-pas: os aiatolás proibem mulheres sem chador na telona, deve ser. Resultado: nas cenas domésticas, o ambiente familiar soa falso por isso, o feitiço se quebra e despertamos do transe: aquilo lá é ficção. Nada pode ser perfeito. Mas até nisso o filme é bom, como denúncia, ainda que involuntária, dessa realidade.

- Leila Hatami é o rosto mais belo a imprimir o celuloide (supondo que eles ainda usaram película) desde Catherine Deneuve. Se foi digital, então, pior: ela reina soberana.

Sou capaz de sustentar tudo o que escrevi acima num tribunal, caso me acusem de algo. Quero ver o constrangimento no Oscar, ganhando ou não este filme.
00:15:01 - Pinto - 2 comentários

12 Fevereiro

Te pregunté mil vezes, se me querias




Eu sei que é esquisito, mas o primeiro disco de tango que me pegou de jeito mal tinha argentino. É bem verdade que em 1956 o DJ que vos fala tinha meros três anos. Acho que naquele tempo disco durava mais. Enfim, não importa, na virada dos 60 eu achava que estava entendendo tudo: Nélson cantando tango, maior parte de Herivelto e David Nasser, a paixão por Baires ainda iria demorar bem uns 30 anos pra tomar de conta (with a little help from Piazzolla). Mas o critério tava lá atrás. Até hoje me pregunto: Nelson ou Gardel?
[Leia mais!]

A Mulher na atual conjuntura política


Com a agilidade jornalística que sempre foi sua característica, o Hipô Zenô aproveita a data máxima da humanidade para prestar suas homenagens (no mais casto dos sentidos) àquelas que nos trazem ao mundo e que, melhor do que ninguém, sabem nos fazer deixá-lo, providenciando ainda um intervalo interessantíssimo entre as duas pontas.
Na abertura de nosso programa comemorativo do Dia Internacional (Paris-Milão-Nova York) das Mulheres, ouviremos a seguir Mulher, o fox-trot clássico de Custódio Mesquita e Sadi Cabral, na voz de um dos maiores cantores brasileiros, Sílvio Caldas (“Não sei que intensa magia / Teu corpo irradia que me deixa louco assim / Mulher”). Ainda pro pessoal que azarou no footing a Dercy Gonçalves e a Tonia Carrero – e não dá em cima da Suzana Vieira por não curtir essa de pedofilia – A Mulher Que Ficou na Taça, com o Francisco Alves.
Para matizar a impressão de rendição incondicional à homenageada, a velha guarda da música brasileira também deu uns petelecos (apud Dado Dolabella) no gênero. Noel Rosa – que não podia ser acusado de não gostar de mulher – tem duas antológicas: Gago Apaixonado (“mu-mu-mulher tu me-me fizeste um estrago / eu de nervoso tô-tô-tô fi-ficando gago”) e Mulher Indigesta (“merece um tijolo na testa”), ambas cantadas por ele mesmo.
No gênero “Por que eu fui largar aquela mulher?”, tem a manjadíssima Ai Que Saudades da Amélia, trocada por uma dondoca, cuja “só pensava em luxo e riqueza”, enquanto a Amélia mesmo, coitada, passava fome ao lado do queixoso e ainda “achava bonito não ter o que comer”, enfim, um exemplo para todas as damas. O Nelson Gonçalves também tem uma de lascar o chifre: começa reconhecendo que tinha sido feliz com a abandonada, reclama que hoje vive “amargurado, infeliz, acorrentado aos grilhões de um falso amor”, e encerra pedindo ajuda à ex-amada para sair dessa “pois se eu ficar com ela, serei sempre escravo dela e contigo serei senhor” – que tal?
Resumindo (como diria nosso editorialista Pinto), o assunto é vasto e controverso. Mais até, talvez, do que a aliança do DEM com o PT nas eleições pra prefeitura de Sumpa, dona Marta que nos perdoe.
01:47:03 - DJ Mandacaru - Comentar

Rock pa tí



Aí, ainda futucando os HD, deparei-me (gostou, Zeno?) com uma banda e cidade que se merecem. Pela doidice.
Maio de 1973, Led Zeppelin tocando no auditório municipal de New Orleans. Vão ouvindo. Se quiserem detalhes, leiam a matéria da OffBeat, a revista mais bacana da cidade, muito melhor do que a Veijinha-SP, se me perdoam a comparação.
O cara na foto que vocês não conhecem é o Ernie K-Doe. Depois eu conto, mas o maior sucesso do cara foi uma música chamada Mother-In-Law.
00:52:22 - DJ Mandacaru - Comentar

Um post sem justificativa

Tava eu aqui, posto em sossego, botando ordem nos HD, quando topei com Ímã. Disquinho velho - de 1999, maginem - coisa simplinha, só violão de sete, tocado pelo Swami Jr, mais uns sopros do Mané Silveira. Repertório, num interessa. Só aquela coisa básica - pode ser choro, pode ser jazz cigano do Django misturado com Villa-Lobos, enfim, não interessa mesmo. Ouçam , coisa de gênio.
00:31:54 - DJ Mandacaru - Comentar

08 Fevereiro

aos artistas do amor

em homenagem àquele que levou a brega ao estado de arte, wando -grande inspirador das coleções iniciais do manda-, uma entrevista de ninguém menos que o maior de todos na área, até no nome:

05 Fevereiro

samba pa ti

num fazia mal o que pegava então,
desde que desse p/ ouvir

agente sempre levantava depois
02:28:23 - George Smiley - Comentar

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