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28 Junho

A galera do Ivan - III




O rapaz mesmo nunca cantou aqui no HZ, ao contrário de sua senhora, que já deu diversas canjas aqui no blog.

Se procurar com jeito no armazém de Bezos, até se acha alguns discos do Bobby Troup. Pode comprar qualquer um no escuro - só tem coisa boa. Duvidam?
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15:38:32 - DJ Mandacaru - Comentar

25 Junho

Sem palavras

16:48:32 - Pinto - Comentar

20 Junho

Jabá qualificado e copernicano


Só um maluco, ou abnegado, ou monomaníaco, ou cabra macho, ou tudo isso junto para enfrentar uma tradução integral da Crítica da Razão Pura, do Kant. Fernando Costa Mattos enfrentou e o resultado será debatido nesta sexta, na Livraria da Vila, bem no horário de uma happy hour pré-agendada. O céu estrelado sobre mim convida ao chope, A Lei Moral dentro de mim manda comparecer.

(saiu uma retificação: a data correta é quinta, dia 21; agora não tenho mais desculpa cultivada)
16:22:06 - Zeno - 2 comentários

A mais envergonhada



Vocês não estavam achando que, além da magnífica estampa, Rita ainda cantava, né?
A voz ali era da Anita Ellis, nascida no Canadá em 1920 e criada na Califórnia. Aos 17, ganhou bolsa para estudar ópera em Cincinnati, pagando as contas cantando em bandas locais. Só então descobriu que tinha o que gringos chamam de stage fright, o pânico de estar no palco, que, em alguns casos, literalmente paralisa o artista. No Brasil, os músicos dizem que "o cara amarelou".
Convidada para dublar atrizes que não sabiam cantar, Anita estreou logo com a canção inframencionada pelo Zeno e psicanalisada pela Captcha. Fez carreira no ramo e nunca perdeu o medo do palco. Se vocês têm interesse na vida e carreira da moça, há um belo ensaio sobre ela, do Whitney Balliett no seu livro "American Singers".
O disco aí embaixo foi tirado da gravação de um programa de televisão para a PBS em 1979, só Anita acompanhada por um craque no assunto, o pianista Ellis Larkins.
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19 Junho

Eu me envergonho

Pra arejar esta seção do blog, originalmente concebida para a auto-exibição da nossa própria ignorância:

Eu me envergonho de passar uns bons anos achando que a Rita Hayworth, no Gilda, cantava "Put the blame on me", e não "Put the blame on Mame". Aliás, só descobri quem era a tal Mame agorinha mesmo, graças à Mãe Digital dos Burros.
10:57:55 - Zeno - 2 comentários

17 Junho

Tempo na galera do Ivan

Coisinha pouca, só pra encerrar o domigo de um jeito legal.
A Sarah Lenka é francesa, novinha, meteu-se com trip hop e folk, até que uma alma boa lhe apresentou Billie Holiday e Bessie Smith.
Tá tudo no primeiro disco dela.

Pouquinho de imagem, pouquinho de som. O resto tá na sequência.


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23:54:04 - DJ Mandacaru - Comentar

Mais uma pro Ivan Lessa

Desde sábado passado eu tenho pensado "Que merda, que merda, que merda", e sei que faço parte de multidão. Ou pelo menos de multidão qualificada. Sensação parecida, assim, só quando me ligaram no dia 10 de outubro de 1985, pra dizer que o Orson Welles tinha morrido.

Era o maior escritor brasileiro sem livro? Era, fácil. Mas vamos qualificar com mais precisão: era dele a melhor frase, o melhor parágrafo, a melhor imagem, a melhor idéia matadora, a melhor "como é que eu não pensei nisso?", enfim, cada texto do Lessa, mais ou menos preguiçoso, mais ou menos por encomenda, não era nada mais ou menos. Se algum dia, por desvio de caráter, eu desejasse ser "escritor" (modo aspas: ATIVAR), ele era o cara que eu queria imitar - o que, obviamente, não é nem será nunca uma boa idéia, e o Diogo Mainardi está aí para corroborar.

O que me deixou atarantado, nos últimos dias, foi a cara de espanto de gente mais qualificada do que eu dizendo "Nunca li", "Puxa, era tão bom assim?", "Como? Melhor escritor brasileiro? Cê deve tá de brincadeira!". Eu não sabia o que responder. Talvez chacoalhar o interlocutor, aos berros, "Vai ler, seu fdp!, vai!". Ou encostar o dedo na testa da pessoa, e tentar iluminá-la com a Verdade E Dou Fé. Ou mandar ler o texto do Sérgio Augusto no Estadão de hoje, um dos poucos obituários a fazer jus, pouco, ainda, ao Lessa (o do Geneton também é bom).

Por outro desvio de caráter, de uns anos pra cá, comecei a anotar, nas últimas folhas dos livros lidos, aquilo que havia chamado minha atenção durante a leitura, uma espécie de fichamento descompromissado que facilita muito a vida na hora de bancar o Gostosão Das Frases Matadoras. Fui checar o primeiro volume da seleta do Pasquim, resenhada aqui no blog em 2006!, e tava lá, na última página do exemplar, com letrinha miúda:

"pág. 11, frases Ivan Lessa"
"pág. 98, Lessa e o seu Je Me Souviens"
"pág. 134, Lessa e o fanho"
"pág. 142, Lessa e a volta + frases"
"pág. 164, Lessa e a despedida"
"pág. 168, Lessa e os estrangeiros"

Tem mais um monte, e a lista só é interrompida aqui e acolá por um texto batuta do Vinícius (os Perfis são do balacobaco).

Em resumo, porque o uísque já tá cobrando a conta por aqui: comprem as seletas do Pasquim, comprem as seletas de crônicas que os amigos do Lessa publicaram, comprem até aquele evento bizarro de troca de corrrespondência entre o Lessa e o Mario Sergio Conti (se não pelo Lessa, para ter certeza inamovível da besta quadrada que é o Conti).

Ivan Lessa é o Mestre. E eu queria ser ele.
20:51:57 - Zeno - 6 comentários

Domingão não é só lasanha da mama

Entrevista ótima com o Anthony Bourdain e sua patroa italiana, sobre Brasil (altos elogios), jiu jitsu, dietas malucas e o fato de você estar casado com alguém que adora comer.

Aqui, ó.

(parece que vem aí a segunda parte da entrevista, é só aguardar)
19:52:04 - Zeno - 3 comentários

15 Junho

Etilíricas (perdão, leitores)

bar lobato

eu visconde de sabugosa

ela marquesa de rabicó
16:08:35 - Pinto - 1 comentário

A galera do Ivan - II



Não era conhecido nem nos Estados Unidos. Tocava acordeão, órgão, e cantava divinamente bem. Joe Mooney fazia parte daquele clube de cantores que não precisam tirar pedaço de tímpano para se fazer ouvir. [Leia mais!]
15:13:00 - DJ Mandacaru - Comentar

A galera do Ivan



Junto com Sinatra, Dick Haymes, Herb Jeffries, Johnny Hartman, Bobby Short, Joe Mooney, Bobby Troup - Billy Eckstine era um dos favoritos absolutos do Ivan.
Fiquem com o último dele, gravado em 1986, com o Benny Carter e a Helen Merril.
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10:53:08 - DJ Mandacaru - Comentar

14 Junho

Prometheus (2012)

Não cumprius.
15:17:01 - Pinto - Comentar

Deu no Propmark on line


Playboy reforça conceito "O prazer em suas mãos"

A canalha vai se esbaldar.
13:37:28 - DJ Mandacaru - Comentar

Ao mestre, com carinho

Viva João!

Chegou ontem - tinha feito o pedido na pré-venda. É o catatau da Cosac com tudo que você queria saber sobre João Gilberto e não tinha o DJ Mandacaru pra perguntar. Nem abri direito, mas é Candidato fácil a Melhor Lançamento do Ano. O Ivan Lessa não iria gostar, como bem sabe o leitor do Hipopótamo.
10:30:38 - Zeno - 2 comentários

13 Junho

É pra rir ou pra chorar, Zeno?

Bar Balcão

Com o atraso e a ineficiência de sempre, fica o registro de um texto muito bacana pescado ontem no twitter, sobre os eventos estúpidos de segunda à noite, de uma jornalista chamada Heloísa Lupinacci: Hoje eu vou ao Bar Balcão.

A gente já deu uns pitacos sobre o bar no saudoso ano de 2004, quando eu, você e Jesus éramos meninos - até um curta-metragem a gente já rodou lá. Os textos: aqui, aqui e aqui.

Um brinde a nós.
07:46:01 - Zeno - 1 comentário

10 Junho

Questão de gosto, sabem?


Ele detestaria a escolha, claro. Disco de mineiro moderno, com versos esquisitos, pra quem gostava de música americana de 30 a 60, no máximo, fora uns sambas bons, mais ou menos da mesma época.
Vejam se vocês entendem.
03:04:52 - DJ Mandacaru - Comentar

09 Junho

bom, só p/ completar o fds, né?

rip 'seo' lessa, q'inda foise e marcello atirando:

BBC | 08/06/2012 12:05:21
"...e não resisti à tentação de, em algumas delas dar-lhes uma ginga por cima e outra por baixo, à maneira do frescobol querido do mestre, só para exercitar os músculos muito fora de forma. Cem razões: Faço por bem menos, mas mais Copacabana e Leblon.":

- Milênio algum jamais me assustará.
- Só quero ver quanta gente vai sincera no meu funeral.
- Maioria silenciosa? Essa agora é comigo.
- Ei, juventude, pode vir que pelo menos uma vaga esrá aberta.

pqp.

yo no creo en brujos

pero que los hay los hay.

p/ se quentar c/ essa história e desenho fabulosos, de um cara que, inda bem, foi um p. teimoso, o frank lloyd wright, desenhando e fazendo o guggenheim.
que em 2009 virou cinquentão, dessa efeméride é o liame, mas ainda vale a pena.
pegue o seu bourbon e divirta-se.
13:24:32 - George Smiley - Comentar

07 Junho

tout les chose est le rithm

manda, bom feriado aê:
http://vimeo.com/36192498
23:14:01 - George Smiley - Comentar

bananal-ah-zar

cabei de ver 'the dictator', aquela m. fabulosa do sacha baron cohen que,
até onde arkansas minha tradicional dificurdade c/ nossa secret-ária, não consta no boteco.
do que depreendo que, logo ou cedo ou tarde, não foi considerado dinho-ouropreto-de-causa pela casa.
enfim:

puta comédia duca.
um bananas ananaz², d"aprés o woody, d'apres tudo, aláem dos campos brothers e + o cacete a 4 depois do entrudo pós-tudo deles.
falhando nílson, muito mais fácil do que tudo que eu falar aqui é vê-lo e desverlho-nos.

tanto é que na cópia aqui, sem legenda, donde perdi cerca de 76.43% do texto, ri 'à socapa' da comédia visual e, prestênção, sígnica.
00:55:11 - George Smiley - Comentar

04 Junho

Tamos contigo, Dori


Dori Caymmi no Estadão de hoje:

- Quincy Jones foi uma influência?
- Não, tive pouco contato com ele. Mas lembro que o Quincy me ligou quando fiz Brasilian Serenata, meu primeiro disco [nos EUA], e cantou a melodia pra mim no telefone. Ficou superfeliz com a música. Só um troço me chateou: ele vendeu a Qwest Records e pegou dez discos da gravadora - entre eles Brasilian Serenata, meu predileto. E ninguém me dá permissão para relançar esse disco, que eu adoro.

Enquanto o Quincy não se decide: [Leia mais!]

03 Junho

womana(ma)zing

"...E agora, na úmida Manhattan, na quente galeria onde todos cheiramos a cachorro molhado, ollho p/ Martina, que fita eretamente e sem a menor perda de atenção a forma de um toureiro morto, e penso
[Leia mais!]
16:25:00 - George Smiley - Comentar

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