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A hora do DJ Mandacaru

Velharias musicais sempre fresquinhas.


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22 Novembro

Por La Unidad de Latinoamerica




O homem das Valentinas anda meio desanimado com a música de nuestros hermanos latinoamericanos. Não sem razão, argumenta que fora Cuba e Argentina o resto é meio na base do tamborzinho, da flautinha. Concede um habeas corpus provisório (Joaquinzão me corrija se isso não existe) para algumas coisas chilenas e peruanas. E foi assim que me alembrei de Julio Jaramillo.

Equatoriano, nascido em 1935, Julio fez um sucesso em toda a América Latina difícil de ser equiparado até hoje. Menos no Brasil, claro, que a gente é gostoso pra caray. Botei no RAR uma série de reportagens bem bacanas que foi publicada no jornal El Universo.

Entre o final da década de 50 e meados da década de 70, Julio vendeu milhões de discos no Peru, Chile, Argentina, Colômbia, Venezuela, Bolívia, Uruguai, além do seu Equador.

Apaixonado por mé (“¡Compadre, chupemos hoy porque a lo mejor mañana quiebran las fábricas de whisky!") e mulheres (teve 27 filhos reconhecidos), Julio papocou em 1978. O cortejo foi acompanhado por 200 mil pessoas em sua cidade Guayaquil, que na época não tinha um milhão de habitantes. [Leia mais!]

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