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A hora do DJ Mandacaru

Velharias musicais sempre fresquinhas.


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17 Janeiro

A volta da Anita




Eu acho que já expliquei que a moça mora no meu private caritó, primeira fila, junto com mais umas cinco ou seis.
Revendo meus guardados, como dizia o Erasmo, encontrei uma coisa do balaco.
Deu-se o seguinte: em agosto de 1984, a Anita O'Day veio cantar no Brasil. Duas noites apenas, na boate que era a mais chique de São Paulo, o 150, naquele que era o mais chique hotel da cidade, o Maksoud Plaza. Só consegui numerário para entrar lá duas vezes: uma para ver o Buddy Guy, outra pra me acabar ouvindo a Alberta Hunter. Outro que andou por lá foi um tal de Frank Sinatra. Dessa vez, pelo que ouvi dizer, até o Vidigal teve que pedir um adiantamento no próprio banco para pagar o ingresso.
O legal da história é que o 150 gravava os shows. E a Eldorado lançou um disco com o show da Anita. Coisa rara, não existe em CD, cada vez que você toca no assunto com um gringo que é chegado na moça, os olhos do cabra ficam vidrados como se ele tivesse tomado um pico.
Dona Anita já frequentou o HZ. Em 2006, quando ela morreu, consegui botar um post com o disco I Get a Kick Out of You, apesar da manga entalada na garganta, como diz o Jorjão. No mesmo dia, o cantor Carlos F. (nenhum parentesco com a Christiane F., vocês sabem quem é) descolou nos tubos o trechinho dela cantando Sweet Georgia Brown no festival de jazz de Newport, em 1958. Ambos os links estão vivos.
E, se vocês tivessem juízo, baixariam tudo que encontrassem dela pela frente. Só depois, iriam até um desse sebos virtuais que tem por aí e leriam sua autobiografia High Times, Hard Times - um exemplo raro de alguém contar sua própria história sem um respingo de autocomiseração ou autocomplacência.

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11 Janeiro

Lea who?


Quem deu o toque foi o dono do The Cheerfulearfull, um blog pra lá de bacana, com discos que só se acha por lá mesmo.
O mistério da Lea Roberts está contado aqui. Tem também o disco de 1975 (clique na capa do disco). Procurando nos meus guardados, achei o primeiro, de 1973. Lá e cá vocês poderão ouvir os dois.

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