Folhinha da Seicho-No-Ie: em sampa agora, uísque, só purinho...



Lixo da Internet

[Correntes de Santo Antônio e similares - você deleta e a gente recupera.]


saipralásafado



ok, erramos¹, pero todavia fifa también és batman

como sói acontece em filmes de v-v ampiros, até a vítima reconheceu que o mordido não foi assim tão...

mas o mundo, coitado, já como anunciado pelo sueco e pelo (mais estranho ainda) polones pedófilo, tem virado cada veiz mais do ramo, i.é., 'isso é coisa de profissa, sai fora muleque...'.

a editoria, claro, entende td perfeitamente.

#imagina nas olimpiada

¹ 2 postes abaixo, ou quetal, e pra vareiar no churnalism brasileiro, sempre muuuuuuuuuuit(ooleite4love)o depois da hora


uma banana + um coxinha = uma banana²

alex antunes dixit

² (=> coxinha x granas de bananas).


não é o bob, mulecada; é o mundo que é 'esponja'



rede é coisa 'espacio-temporal', rola o tempo todo em todo lugar.
então muito melhor 'esponja' do que 'rede', prá explicar isso, óbvio.
esponja é uma rede 'espacial', é uma rede pra todo lado.
prestenção numa delas, é lindo que só.

se só ficarem na tela, plana, não comerão nada disso.
é só na vida mesmo: se sabe aqui, e se cai atrás, é simples.
como sempre foi, só que agora é mais fácil isso.
isso aqui exposto tá rolando just u know...

eu vim por mim, lá pelos meus dias.
mas agora eles são seus.
ou não, então seus dias são dos outros: e assim, não sãos seus.

é uma questão de escolha:
c/ o que vc sorrirá no seu último suspiro?
uma vidraça que te negou ou um caminho que te pedrou?

mas saibam bem, sempre, quem são seus verdadeiros opostos.
ouçam c/ os garotos dos '70's.
e, por isso, os lembrem sempre.

vendo esses muleques fazendo isso me toquei disso tudo.
e, claro, 30tões vão achar isso bobo, 40tões, excessivo, 50tôes, precário, e 60tões vão pensar um pouco, talvez...
nada mais gostoso do que ter conversado (pro dr. pinto essa) c/ todo mundo a vida toda.

via1
via2


batata

me deu 'crianção'...


Saladão de Links Numa Quarta-Feira de Cinzas

O escritor espanhol Eduardo Mendoza falando sobre o humor inglês (com ótimas citações...), neste link.

A esta altura já tá todo mundo sabendo, mas não custa repetir: que Paris, que nada - o negócio é morar em São Paulo.

O melhor texto sobre a morte do Alain Resnais (lembrança cabotina: a gente já falou dele um bocado aqui no blog) foi o necrológio panorâmico do Le Monde, aqui.

Um troço do ano passado, mas que me ajudou à beça pra descobrir o quem-é-quem miúdo (ou não tão miúdo: esse Eduardo Cunha, por exemplo, que anda mais saidinho que puta em véspera de feriado) do House Of Cards de Brasília e adjacências.

E, pra encerrar, troço longo, que merece uma atenção que não seja a do clica-e-lê, clica-e-lê: um dossiê do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial sobre as dificuldades desse troço chamado Brasil - ou, como diz um amigo mais instruído, "cada vez que escuto a expressão 'projeto de país', sinto vontade de sacar a 'Dialética do Esclarecimento' e dar na cabeça do sujeito".


Die Mauer im Kopf

A essa altura até o Facebook mais próximo da sua casa vai estar comentando, mas a matéria é tão boa que vale o link: texto do Guardian, com direito a animação e foto de satélite, sobre lugares em volta do globo que ostentam muros com as mais diferentes finalidades e um ponto em comum: em nenhum deles dá pra pegar um giz, riscar uma trave e brincar de chute a gol, que era o que a gente fazia com os muros da minha vizinhança quando eu era garoto e o Mandela ainda estava preso. De lá pra cá o mundo melhorou por causa dele, piorou por causa de todo o resto e Alphaville, ah, Alphaville, continua sendo, mais que um condomínio, um estado de espírito.


essa, como pra imbecis como esse aqui,

que não lêem essas coisa, saiu pro lado do bem:

tem lugar no centrão que funciona, nadele.

não interfiram nisso, leitores, se o fizerem, os elimino um a um.
não é pograma ir lá vê isso, é burrice:

aprendam, e inventem seus próprios.
e depois, como esses, deixem que os vampiro venham sugar.

sempre à toas, esses.
normal, é disso que vive quem inventa: do sangue dos vampeeeeeero.
aprendam cos artista 'merigano.


mais um, é outro humor, outros mundo: rushusu+lucius



e vejam mais do 'rushiushi'..., um só não basta



tomando um banho

Lucius é um arquiteto frustrado na Roma antiga, que acidentalmente viaja no tempo e vai parar no Japão dos dias atuais. Ele vai se inspirar na arquitetura japonesa para construir as melhores casas de banho em sua época.



enquanto isso

to ficando campeão nessa delícia, o único joguinho de futibol do mundo internético que vale a pena:
speedy play.
e que todo muleque que gostou de jogar bola, ou só ficou de torcida, não pode perder.


"Então fala alguma coisa aí em sueco!", "I want to be alone".

Mais diversão internacional: aqui você fazer um desses testes di-internéte pra saber qual é a sua verdadeira nacionalidade espiritual, e não a do lugar em que nasceu. O meu deu "Suécia", pra espanto dos que convivem comigo. Deve ser o inferno astral.

(crdt: mina w.)


quem pegá esse fidapu

depois da passada me avisa.


hello, folks

we here all are at the same age of urs.
we know each b'r'other.
fun to u all but this.

remember urself:
it's infinittelly better than this thing ur doing to us all.
and urself.
preserve this to ur last second.
it will be very usefull.
ur people is much better than this, we now.
saudades of this.
hugs


Quem nasce pra pé rapado nunca chega a monsieur

Recebi convite prum coquetel bacanudo no consulado francês aqui de São Paulo e achei que era spam, esquema "tenho ziquilhões numa conta na Nigéria e preciso de sua ajuda". Deletei. Dias depois liga uma amiga caridosa, "cê viu o convite do consulado? Botei seu nome lá". "Sacré coeur, cadê a porra do e-mail, alô, seu Google?, alô, Obama?, alguém me ajude!". Nadica. Se fué.

Moral da história: ver o título do post.
Moral da história II: pelo menos agora eu sei que e-mail oficial do governo francês tem a abreviatura ponto gouv. Não são demais esses franceses?


O liberal que não sabe flexionar o plural

20130916-constan.jpg

A competição é acirrada em se tratando de liberais a escrever sandices nos jornais. Temos aí Merval (o terror dos revisores), Pondé, Sardenberg, Ovário de Cavalo™, aquele cujo nome me recuso a citar e tantos outros — até porque o contraponto a essas ideias é sempre parco e discreto: pedra de toque da pluralidade da imprensa nacional.

Rodrigo Constantino, porém, recebe nossa menção honrosa neste cenário não apenas pelo conteúdo, senão também pela forma da sua produção. Há um hiato aceitável entre o que se pensa e a maneira como este pensar é expresso, e Constantino, midiático, economista, diretor de um think tank — o Instituto Millenium — o desconhece: quem escreve desta forma não pode raciocinar coisa boa.

Tivesse eu uma editora de livros espíritas psicografaria Carlos Lacerda e iria faturar em cima dessa gente. Podia não ter várias qualidades, caráter inclusive, mas ninguém jamais acusou Lacerda de expressar as tolices que pensava de forma igualmente tola.

Ainda bem que temos o exemplo de Luís Inácio da Silva, este sim um "analfabeto, alheio aos livros, e nem tanto na outra ponta do espectro político", para contrastar.


amores impossíveis

aonde mais vossas merces veriam um match como "Quindio 2-1 Once Caldas"?
ou um acepipe da qualidade de "Al-Nasr 4-1 Al Nahdha"?
ou ainda além, um deleite tal qual "Trabzonspor 1-0 Kardemir Karabuk"?
sómente aqui, caros expectadores:
all boys 4x1quilmes
mesmo sabendo que nossas brama nem sempre.


i-albers

atenção ai-pádicos.
saiu um aplicativo do curso do albers:
interaction of color.
vcs. nunca mais vão ver essas telinha, nem qqer outra indeed, do mesmo jeito.


"Passo nesta rua há nove décadas"

Duelo entre Ford Bigode e Motoboy

O fotógrafo Marcelo Zocchio teve a idéia-ovo-de-colombo de juntar numa mesma imagem duas fotos de um mesmo lugar de São Paulo, uma atual, uma de arquivos do início do século. Você já pode ter visto algo parecido antes, mas as decisões sobre o que incluir de cada um dos períodos faz com que algumas fotos fiquem sensacionais.

Mais imagens, no blog do Instituto Moreira Salles.


Em caso de incêndio

Concretude

Lê-se:
Alarme de incêndio. Só está autorizado a notificar quem puder informar/alertar onde é o incêndio

Depois neguim reclama daquela fama de que alemão "é o português que aprendeu matemática".

(crdt: o sempre divertido twitter do Nein Quarterly)


dezáine magaiver

no instantâneo, o dezáiner recicla a velha e fiel 'marquise', recompondo a mesma em praia de paulista, e partiucular.
de quebra, cria uma parabolica-umbrelone, a qual reúne a dupla e interessante função - protegê-lo e às brama do sol vilainclementino, e torrar aos próprios miolos da cabeça aos pés.

tudonumfuscão


Dumb ways to die in Rio

No ano passado, quando mostrei o video original pro meu filho de 10 anos, ele enlouqueceu tanto com a bagaça que decorou a letra, aprendeu a tocar no violão e até deu um jeito de enfiar na sua festa de formatura do Primário uma versão a capella com mais três amigos. Para horror da professora, suponho. Agora tem novidade, a versão adaptada ao Rio de Janeiro. Cliquem e se divirtam.

(crdt tardio: fernanda p.)


a cidade é um quédis

falhando nilson:

parkour, um tipo de skate na mão.
ou como se vem falhando nilson há muito mais tempo e de jeitos que nem imaginam:



e mais atual no [Leia mais!]


gaytetive?!

isso mesmo.
coisa que a editoria adoraria, de porre, nas horas vagas.
mas vão falar mau:
beijos e tiros.

se já não por aí.
normal.

mas muitíssimo app.ropriado de se ver nesses tempos modernos.

mas putz, c/ robert downey jr. e val kilmer juntos, 2 canastras de 5ª?
só podia dar merda.
e da boa e divertidíssima.

principaumente pq faz uma, digamos, intervenção criativa e glmbthxkyz, na obra de: justo quem, queriidos?

chandler...

e lá se vai o véio baseando uma espéce de priscilla dos 21s, no asfalto e a bala, cheeeio de goshtosas morrendo q'nem moscas na mão de calhordas que acabam pagando por isso.
e sempre numa cagada dos plano, e d@s protagonista e vilães.


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