
O rapaz foi ressucitado numa mesa de desocupados, que tenazmente se dedicavam a liquidar um pernil de porco de se comer de joelhos, de responsabilidade do nosso monge tibetano Lama, que apesar de vegetariano agasalha bem seus amigos carnívoros, no simpático mosteiro de Dameanna, encravado no vale Maddalehna, primeiro à direita de quem entra na Cordilheira do Himalaia saindo do Paquistão, e eu não sei mais como terminar essa frase.
A bem da precisão, a lembrança foi de um gaulês (ou normando, fica difícil diferenciar depois de alguns copos de leite de iaque):
Michel Polnareff era a trilha sonora de sua adolescência. Como os infantes da mesa fizeram cara de paisagem, fomos obrigados, ele e eu, a um rápido French Idole, interpretando Love
me, please love me. Duvido que tenha dado certo. Vai
aí com o original.
Michel Polnareff - Love me, please love me (1966)
(68MB @256)
01. Sous quelle étoile suis-je né ? (3:51)
02. Time will tell (2:21)
03. Ballade pour toi (2:40)
04. L'oiseau de nuit (2:49)
05. Love me, please love me (4:20)
06. Histoire de coeur (2:49)
07. Ballade pour un puceau (2:16)
08. You'll be on my mind (2:30)
09. L'amour avec toi (3:07)
10. La poupée qui fait non (3:13)
11. Chère Véronique (2:27)
12. Beatnik (2:38)
13. Ne Me Marchez Pas Sur Les Pieds (2:08)
do baú essa, o que esse franceis embalou irmã de olhar suspirado pela janela naqueles priscos 60's...
os irmão queria matá, mas tinha que güentá pq. era o que asmina gostava.
valeu ! o polnareff é realmente um dos grande melodistas franceses...eu gosto tb do "l'oiseau de nuit, time well, l'amour avec toi...nessa capa ainda não usava os oculos que depois ele usou a vida inteira
os irmão queria matá, mas tinha que güentá pq. era o que asmina gostava.