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natalie wood, ai...

um deleite, pingado de café ou na média, ou até mesmo c/um pouquim de whísky, dado o frio, foi acabar de ver 'essa mulher é proibida', c/o nome original, dada a época e circunstancia, bem mais, digamos, direto.
c/ a natalie wood e robert redford de protagonistas.

que filme bom.
como eles estão legais, c/ texto bom, entre outros do coppola mulequinho, sobre peça do tenessee williams, sobre o sul da america sob a crise dos 30's.
um tesão enfim, sob a gentil, e firme como um martelo, mão do sidney pollack, à toda na época, 1966, em plena entrada da turma dele no então invencível manstream roliudiano.
tudo moçada herdeira do neo-realismo, dos japoneses, dos franceses do cahiers, dos noires originais de lá mesmo e por aí adentro.
daí que veio os coppola, allen, et allii, desses amigo mais véio então, entende?

direção sequinha, recuperação de época meia-boca mas honesta, texto preciso no registro duma ingenuidade beijando a breguice, quase do schiller no 'poesia ingenua e sentimental'.

gostei de mais um monte de coisa da filmagem, mas nisso não me estendo pq. tem os sr. scott de cinema do buteco, que são muito mais capazes de falar da engenharia na coisa.

mas, p/ quem chegou até aqui, no leia mais tem um acepipe dela, uma das mais 'interessantes' mulheres c/ as quais aprendi a me interessar profundamente por esse assunto pralá de controverso.

cresci nesses colos

ainda assim, nada reproduz ela se mexendo e olhando.
olhando, aiai, olhando...
posted at 22:21:32 on 10-06-2011 by George Smiley - Category: Iluminuras


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